sexta-feira, 18 de setembro de 2009
REVOLUÇÃO CIBERNÉTICA E ILUSÃO DEMOCRÁTICA
da Equipe Kipá.
Será que todo mundo usa um computador nos dias de hoje? Ou melhor, será que todo mundo sabe usar um computador? Bom, tomando como partida o estado de Sergipe, existe um povoado da grande Aracaju – capital do Estado – que os moradores nem sabe que existem computadores, quanto mais o que é internet. Enfim, será que a internet chegou para democratizar os meios de comunicação, a interação social, resolver os problemas contemporâneos, ou (simplesmente) para segregar mais ainda a sociedade?
Até parecem perguntas difíceis, pois no ambiente em que eu, ou você, pelo menos estamos inseridos, um computador em casa não é problema, no mais difícil há uma lan-house na esquina, mas para eles que moram no Povoado Olhinhos D’água que o rádio é uma novidade, essas perguntas são mais reais. Quantas pessoas existem no mundo quem nem eles? Então, baixe a cabeça e perceba que essa tal “revolução cibernética” veio apenas para os neoburgueses dessa aldeia global.
Para entender melhor isso é importante entender como se deu o processo evolutivo da comunicação na sociedade e suas revoluções. A começar pela invenção da linguagem escrita há alguns milhares de anos atrás, depois a imprensa, o rádio, a televisão, o cinema e agora a internet. Esse potencial de atingir muitos em pouco tempo materializa a possibilidade de multiplicação do saber? Mera ilusão. “os séculos que nos separam de Gutemberg não foram suficientes para acabar com o analfabetismo que domina grande parte da humanidade, no portal de século XXI” (Delfim Soares). De fato, o autor está correto, a ilusão da informação é uma constante da comunicação massificada. A revolução da massificação, muito mais do que as anteriores, produz a confusão entre vulgarização e democratização, elitização e demagogia, consumismo e liberdade, manipulação e alienação.
Delfim define a idéia de que essa revolução cibernética é a dominação disfarçada de globalização. São tantos sites, portais, blogs, páginas de relacionamento que deixam as pessoas com a aparência de liberdade, numa ilusão de democracia. Até parece democrático, mas numa sociedade onde as taxas de escolaridade são terríveis, é vergonhoso para os estudiosos da comunicação afirmarem que a cibernética democratiza uma sociedade capitalista, destruída e alienada pelo liberalismo e consumismo. A internet, assim como os outros meios de comunicação de massa veio para concretizar a dominação social, ainda mais pelo fato de não ser perceptível essa dominação pela internet, em que o “lobo está disfarçado de cordeiro” (Delfim Soares).
Com tantos ignorantes e analfabetos fica fácil manipular, ainda mais por um meio tão bonitinho que é a internet. A burguesia continuam fazendo festa e o grande rebanho obedece. Nas cidades grandes, que o uso do computador se tornou um pouco mais acentuado. É mais visível essa ilusão de democratização. Quem é que não tem um Orkut, ou um Twitter na capital? Nem precisa saber o que são, basta apenas ter para estar inserido num meio social hipócrita e alimentado pelo consumismo selvagem. São essas pessoas que mais são vítimas dessa dominação; tão ingênuos coitados! São explosões de informação para todos os lados, o bombardeio vem que nem percebemos.
Mas o que mais impressiona é que com um simples toque ativamos os navegadores da rede, porém não se navega sem uma conexão no mínimo discada, sem software e hardware sofisticados, processadores e placas cada vez mais potentes, e como consegue tudo isso? Comprando. Cada microcomputador se transforma numa porta do globo. É lindo poder ir navegando para qualquer lugar do mundo, ler livros, comprar livros, músicas, ver fotos, conversar com pessoas do mundo todo, mas tudo isso é consumo. Segundo Soares, “o sonho democrático da rede mais uma vez se desfaz no aumento dos custos e na reprodução econômica das desigualdades. Desta forma, a natureza globalitária da rede concretiza mais uma denúncia latente do delírio libertário embalado pela ingenuidade sociológica.”
E parece que vai continuar sempre assim: enquanto essa massa de manipulados existir, independente de qualquer revolução que apareça, “os poucos” dominam “os muitos”.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Cds uniformes, singles repetitivos, arranjos manjados e letras melosas. Estes são os ingredientes nem um pouco secretos que a maioria das grandes bandas de rock do país se utilizam para permanecer no topo das paradas. Como um processo rotativo, a cada dois anos lá estão elas contribuindo para o massivo processo de alienação pública: falam as mesmas coisas, tocam a mesma m* de sempre. Culpa dos músicos? Acredito que não. Afinal de contas, eles falam apenas aquilo que lhes é permitido falar. Em grande parte, a culpa vem de quem lhes restringe.
Isso mesmo. Os produtores musicais brasileiros de mass media não está indo nada bem. E quando falamos de rock o problema é ainda pior. Um exemplo de nossa massificação anti-cultural pode ser observado com freqüência em programas televisivos: Os grandes produtores “escolhem” meninos, ou meninas, com uma aparência agradável, mínimo de talento musical, e, principalmente, que já tenham tendência a tocar um som comercial, para que, em poucos dias, se transformem em mais produto de consumo. Acontece na TV, acontece também nos palcos. Quantas bandas que, SOZINHAS, e com um som consideravelmente enriquecido conquistaram muitos fãs e que, ao fecharem contrato com gravadoras grandes, perderam sua identidade? Cultura não se faz do dia pra noite, nem muito menos é reciclável.
O padrão pop homogêneo modista não é o problema de quem toca, mas sim, de quem produz. Isso acontece tanto no Brasil quanto em qualquer outro lugar do mundo. A questão é que enquanto as produções musicais de rock Europeu, japonês e até Estadunidense, incentivam os músicos a criar, buscando assim características próprias e fazendo sons fora do convencional, o Brasil, que ainda se confronta com essa questão da uniformidade musical como caminho certo de fama e lucro, incentiva a copiar. E assim é favorecido o empobrecimento da cultura em prol do enriquecimento alheio. Nada de novo a acrescentar, apenas negócios.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Entre os Muros da Escola
Ao sair da sessão de “Entre os Muros da Escola”, a primeira comparação que me veio a mente foi com o clássico filme americano “Ao Mestre, Com Carinho”. Neste filme temos um professor negro que começa a lecionar um grupo de adolescentes de baixa renda e passa a se envolver com seus problemas, ajudando-os e ultrapassando os muros da escola para dar aquela sensação de final feliz e de mundo perfeito que o cinema americano quase sempre quer nos trazer.
Nesse filme francês, que venceu a Palma de Ouro de 2008, a realidade é bem mais cruel. Um professor (François Bégaudeau, que também é o autor do livro homônimo no qual "Entre os Muros da Escola" é baseado) tenta lidar diariamente com um grupo de alunos do subúrbio parisiense e toda a sua gama de imigrantes, diferenças culturais que essa torre de babel traz e conflitos e intolerância que brotam nesse novo mundo. Não há discurso fácil, não há lições de moral nem certo e errado.
O diretor apenas nos coloca frente a uma situação que parece não ter saída, ficamos nós também presos naqueles muros da escola do título do filme, com uma sensação de impotência ao ver toda uma geração totalmente perdida por estar em um mundo que não é seu e que não os entende completamente. Aqui não temos música bonitinha para aplacar momentos tristes, apenas a dura realidade de uma Europa que não sabe bem o que fazer com aqueles que não são seus filhos mas a escolheram como novo lar.
Entre os Muros da Escola (Entre Les Murs, 2008)
Diretor: Laurent Cantet
Roteiro: François Bégaudeau, Robin Campillo e Laurent Cantet (com base no livro de Bégaudeau)
Elenco: François Bégaudeau, Nassin Amrabt, Laura Baquela, Juliette Demaille
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Aos 50 anos, morre o Rei do Pop.
Por Danilo Mecenas
da equipe Kipá.
O mundo hoje voltou os olhos para Los Angeles, não para os grandes prêmios, para lançamentos de filmes ou para festas, mas para a morte do Rei do Pop. Desde o final da tarde de hoje (horário de Brasília), o Astro está internado no hospital da Universidade de Califórnia, após ter sofrido uma parada cardíaca. Segundo o Jornal “Los Angeles Times”, Jackson não estava respirando quando os paramédicos chegaram a sua residência em Holmby Hills, por volta das 16:20h e levando rapidamente ao hospital – cerca de seis minutos de distância.

O cantor preparava sua volta aos palcos com a turnê ao redor do mundo, começando por Londres, onde faria 50 shows, a partir do dia 13 de julho, com ingressos esgotados.
Michael foi declarado morto por médicos às 18:26h, mas a morte só foi publicada pelo porta-voz do Instituto Médico Legal de Los Angeles, Fred Corral, em entrevista a rede de TV CNN, às 20h30. "Posso dizer neste momento que fomos informados por investigadores do Departamento de Polícia de Los Angeles Oeste que Jackson foi levado (...) para o hospital. Ao dar entrada, estava sem os sinais vitais e foi declarado morto por volta das 14h26 esta tarde [18h26, horário de Brasília]", declarou Corral à CNN. Segundo o IML, uma autópsia “provavelmente” será realizada amanhã (sexta – 26).
A Rede Kipá de webjornalismo universitário e toda a sua equipe se solidariza com os familiares, amigos e fãs de Michael Jackson. “Estou doido aqui, o cara morreu do nada. Sinto muita tristeza. Eu não consegui captar a mensagem ainda, estou sem acreditar, é até um pouco revoltante” desabafa Ceuhhh.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Não diga que a questão está perdida
da equipe kipá.
Todos estavam sem entender, não sabiam como agir, não sabiam o que fazer, então, a ficha caiu: o Decreto-Lei de 62 foi derrubado. Desde quarta da semana passada (17), não é obrigatório o nível superior em Jornalismo para exercer a profissão, como assim entendeu o Supremo. Em Sergipe, a sensação foi de revolta entre Jornalistas e estudantes de Jornalismo que pareciam não acreditar que fosse possível em um país como o Brasil este retrocesso. Mas, “veja, não diga que a questão está perdida”, como assim versificou Raul Sexas, e neste contexto que os sergipanos decidiram se mobilizar hoje às 15h, com um protesto contra a decisão do STF, lotando as galerias da Assembléia Legislativa de Sergipe, portando colheres de pau – símbolo da indignação – e roupas pretas.

Em discurso, os deputados mostraram-se favoráveis a causa dos Jornalistas. “Os jornalistas podem contar com o apoio dos parlamentares para que este quadro seja revertido” disse Garibalde Mendoça, que encabeçou essas discussões hoje à tarde . “É importante o apoio dos parlamentares porque pode surgir uma luz no fim do túnel” ressaltou ele. E esta luz pode vim com uma Proposta de Ementa Constitucional (PEC) que está sendo estudada pelo senador Antônio Carlos Valadares, cujo objetivo é regulamentar a profissão de jornalista.

Contudo, a profissão não deixará de existir, muito menos as faculdades. “A profissão de jornalista continua existindo, o que muda é a forma de ingresso no mercado” afirmou George Washington, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Sergipe.
O assunto ainda vai percorrer longos trechos, tem muito pano para as mangas. A ação efetiva da classe e o apoio da opinião pública é uma forte arma para que se consiga regulamentar a profissão, novamente.
FOTOS: 1ª Infonet. 2ª Agência Brasil.
terça-feira, 16 de junho de 2009
ELUCIDO, POIS, A QUESTÃO DO DIPLOMA
da equipe Kipá.
A obrigatoriedade do diploma de nível superior para os jornalistas está às vésperas de seu julgamento final. O processo chegou a entrar na pauta do STF, última instância do poder judiciário brasileiro, dia 1º de abril e 10 de junho, mas foi adiado nas duas ocasiões, sendo esperado agora para próxima quarta dia 17. A regulamentação da profissão no Brasil, que tem como dever fornecer informações à sociedade com coerência e responsabilidade, é palco de controvérsia e calorosas discussões desde o Decreto-Lei de 1962, que exigiu o diploma de nível superior para a ocupação.
Apesar da alta relevância do tema para os profissionais e estudantes de Jornalismo, tanto uma classe como a outra mostram pouco comprometimento e interesse com a causa. Numa pesquisa aplicada aos alunos de Jornalismo da UNIT, foi revelado que apenas 8% consideram ter conhecimento avançado sobre o assunto, 43% declaram péssima sua atuação em defesa do diploma e 50% consideram regular a atuação dos sindicatos de sua classe.
Salta aos olhos, através dos dados dessa pesquisa, que os estudantes têm pouco interesse de aprofundar seu conhecimento sobre o tema e não participam, em sua maioria, das discussões e ações em defesa do diploma. Apesar da apatia, julgam péssimas as conseqüências da queda do diploma. “Se cair, o Jornalismo vai virar uma merda. Já não é muito bom, imagine sem diploma.” – desabafa um estudante do quinto período.
À frente do movimento pró-queda do diploma, o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp), vislumbra queda no salário-base do jornalista, enfraquecimento da classe e maior controle sobre a produção jornalística. Embasado no artigo 13 da constituição Federal de 1988, que tangencia a liberdade de expressão, o Ministério Público Federal (MPF) acolheu de forma maternal o pleito do Sertesp, o qual representa os interesses dos conglomerados de comunicação do país.
A decisão foi da juíza-substituta Carla Abrantkoski Rister, da 16ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo em 2001, que concedeu através de liminar (tutela antecipada), o acesso à profissão de Jornalista sem a necessidade de formação superior.
O MPF interpretou o Decreto- Lei como um empecilho à liberdade de expressão. No entanto, o cidadão comum não é impedido de, eventualmente, expressar sua opinião sobre um assunto em algum meio de comunicação. O referido decreto impede apenas que o cidadão não formado em Jornalismo exerça a ocupação profissionalmente. Logo, não afronta a Constituição, somente ampara e legitima como ocupação digna de estudo superior, pela sua complexidade, a profissão de jornalista.
Outro argumento lançado pela juíza Carla Rister é que a profissão de jornalista não exige conhecimentos específicos, sendo necessário apenas que este profissional possua cultura geral, sem haver a necessidade de curso superior para a formação do profissional de Jornalismo. Este argumento é, no mínimo, um pensamento raso e sem conhecimento de causa, ou expressado por interesses outros que em nada tem a ver com Justiça ou liberdade de Expressão.
O Jornalista é um profissional com formação específica. Ele estuda para que, além de adquirir competências lingüísticas e gramaticais, saiba como informar. O pensamento é simples: o Jornalista é formado para bem escrever, e para transformar uma informação específica, restrita apenas para as pessoas de determinada área, numa informação inteligível para a população em geral, sem perda nem deturpações de sua essência. Um Jornalista é um comunicador, é a pessoa que transforma o conhecimento de um médico em informação que seja entendida por um pedreiro, com a maior verossimilhança possível.
O descaso da maioria dos estudantes e profissionais, porém, propicia o êxito dos conglomerados das mídias. Os grandes empresários da comunicação estão unidos e utilizam de toda sua força e articulação política para pressionar o Judiciário em favor de sua causa, agredindo tanto a classe dos jornalistas, como a sociedade brasileira.
A arma de maior valia para combater o processo de revogação do diploma seria a coesão dos jornalistas e estudantes, numa frente que mobilizasse a opinião pública, pressionando os magistrados contra os interesses políticos e econômicos em questão. Todavia, sem ação efetiva da classe e o apoio da opinião pública, é remota a possibilidade do diploma de nível superior em Jornalismo sobreviver ao julgamento do STF.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Por Lu Oliveira
A literatura brasileira já passou por várias gerações, entre elas o arcadismo e o romantismo. Desde o descobrimento dessas terras tropicais, tivemos grandes escritores falando de temas como índios, natureza, amor, e até mesmo lutando em linhas poéticas pelo fim da escravidão.
Nessa viajem no tempo ainda passando pela década de 50 é lá que estão grandes nomes da nossa literatura brasileira como, Érico Veríssimo, Clarice Lispector (ainda que não seja nascida no Brasil).
Mas e hoje, no século XXI por onde anda os nossos nomes da literatura atual? Onde está a nova geração da literatura brasileira?
Esses nomes são jovens e desconhecidos, e garanto existem muitos pelo país a fora. A verdade é que os tempos são outros, a modernidade está na literatura atual, os nossos escritores da nova geração são desconhecidos nas livrarias, mas no universo virtual eles são facilmente encontrados.
Há séculos atrás grandes escritores publicavam seus escritos em jornais, folhetins, e nos próprios livros, como ainda é hoje.
Mas os tempos mudaram, atualmente existem vários sites usados por jovens escritores anônimos para a divulgação de suas poesias, crônicas, romances, e alguns deles às vezes são até publicados e fornecidos a bibliotecas públicas e a algumas livrarias, colocados a disposição de compradores.
Mesmo sabendo da grande diferença entre ler um texto no computador e ler no papel, no livro, a internet tem auxiliado muito a esses jovens escritores na divulgação de seus escritos.
Mas podem ficar tranqüilos queridos leitores á moda antiga, os livros ainda irão permanecer nas estantes por muito tempo, ainda são mais lidos que os textos divulgados na internet, porém a quantidade de leitores no Brasil ainda não é satisfatoriamente boa.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
COLUNA LITERARIA
VAI VER O QUE EU FIZ...
Enquanto apreciava a melancólica e bela paisagem do fim de tarde nos laguinhos da orla, sentado em dos bancos mais distantes do lado civilizado, a contemplar aquele pedaço de natureza artificial, absorto, imaginava uma forma de decifrar o enigma das quatro portas.
Não percebi quando ela chegou, nem quanto tempo residiu em meu campo visual sem que eu desse por conta do que se passava. Não divisei mesmo todo o ritual necessário a atividade que, quando pôs em prática, tomou-me toda a estupefata atenção.
A distância que nos separava era de certo inferior a vinte metros, e isso me dá a certeza de que aquilo de fato ocorreu, embora na ocasião nada me fizesse crer, ainda mais por que eu tinha a absoluta certeza de que, de onde estava, ela me podia ver e sabia que eu a via.
Não, não portava nenhuma deficiência físico-motora, nem visual, talvez o juízo não fosse de todo perfeito, ou quem sabe viesse de uma cultura em que o conceito de natural sobrepõe, naqueles casos, os costumes plasmados pelas convenções sociais.
O fato concreto é que olhando fixamente para mim, com um sorrisinho maroto e plácida impudência aliviou-se de todos os produtos que lhe incomodavam. Não consegui esboçar reação durante aquele espaço de tempo que não sei quanto durou, mas me foi eterno.
Ao final do evento, que ainda não sei como classificar, ela se levantou, virou-me as costas, chacoalhou os quadris, vestiu-se nessa posição, virou-se novamente, veio em minha direção, aproximou-se de um observador inerme e disparou – Vai ver o que eu fiz...
Hiperydes
segunda-feira, 1 de junho de 2009

FORRÓ SIRI 2009
Por Roosewelt Carvalho
Ao som de Forró Maior a festividade foi aberta oficialmente pelo Prefeito Fabio Henrique dando boas vindas aos festejos juninos na cidade e no estado, já que foi a primeira cidade a fazer a abertura oficial do forró.
A festa ainda teve Danielzinho, Rogério, e ,para fechar com chave de ouro, a lambada de Beto Barbosa. O cantor trouxe seus antigos e maiores sucessos da carreira, como: “Preta”, “Adocica” e “Chorando se foi”.
A Abertura dos festejos juninos da cidade foi um aperitivo para a continuação dessa festa que retorna dias 26, 27,28 e 29. Logo pra retomar terá show com Aviões do forró e Reginaldo Rossi, mas a festa ainda terá outras atrações como: Forró do muído, Calcinha preta, Saia Rodada, Eduardo Costa, Flavio José, Bonde do forró, entre outras.

